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Também na Colômbia os acontecimentos deixam de seguir o roteiro ditado por Washington. O governo Manuel Santos e as guerrilhas FARC-EP desenvolvem negociações para pôr fim à guerra civil que há 40 anos grassa no país. Dela tiram notório proveito os interesses estadunidenses de expansão imperial na América do Sul e os círculos dirigentes colombianos de direita. As negociações se iniciaram em Havana e já têm um curso futuro programado. Porta-vozes e afilhados dos EUA, em particular o ex-presidente Uribe, é claro, protestam. O português O Diário publicou análise sobre o tema, aqui, e o sítio do canal Tele-Sur mostra o desenvolvimento das negociações, aqui