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A prolongada série de assassinatos que aflige São Paulo há meses, chegando já a várias centenas de vítimas entre pobres favelados e policiais, preocupa os paulistanos e todo o país. Cresce o debate sobre como enfrentar com eficácia esse problema de segurança pública e ganha força nos governos federal e estadual a tendência a repetir as fórmulas de UPPs aplicadas no Rio de Janeiro.

Paz armada, obra de vários juristas organizada por  Vera Malaguti e Nilo Batista (aqui), tratou desse tema e o focaliza sobretudo como problema social. O sítio Notícias do Planalto refere comentário da pesquisadora do Núcleo de Estudos da Violência da USP Camila Nunes que critica essa tentativa de solução em São Paulo (aqui). O mesmo veículo noticiou há pouco a atividade do Comitê Contra o Genocídio da Juventude Negra na periferia paulistana, pautada sobre o tema (aqui).